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Importância do óculos de sol

Importância do óculos de sol

Usar óculos de sol ainda é visto por muitas pessoas como uma escolha estética. Um acessório que combina com o rosto, com a roupa, com o momento. Mas, do ponto de vista da saúde ocular, eles ocupam um lugar muito mais sério.
Os óculos de sol são um instrumento de proteção. Um cuidado diário que ajuda a preservar estruturas delicadas dos olhos e a manter a visão saudável ao longo do tempo.

A radiação solar e os olhos

A luz solar carrega radiação ultravioleta, invisível aos olhos, mas com efeito direto sobre eles. A córnea, o cristalino e a retina recebem essa carga todos os dias, especialmente em países com alta incidência solar como o Brasil.

A exposição contínua e sem proteção adequada pode acelerar o envelhecimento ocular. Também aumenta o risco de irritações, inflamações e, ao longo dos anos, contribui para o desenvolvimento de doenças oculares.
O problema não costuma ser imediato. Ele se constrói em silêncio, aos poucos, até se tornar perceptível.

Por que nem todo óculos escuro protege

Existe uma diferença importante entre escurecer a visão e proteger os olhos. Lentes escuras sem filtro ultravioleta não oferecem segurança. Pelo contrário. Elas fazem a pupila dilatar, permitindo a entrada de ainda mais radiação nociva.

A proteção real está no filtro UV, especialmente o UV400, capaz de bloquear praticamente toda a radiação ultravioleta.
É por isso que a procedência do óculos de sol importa. Não é apenas uma questão de conforto visual, mas de saúde.

Benefícios do uso regular do óculos de sol

O uso adequado do óculos de sol traz benefícios que vão além do bem-estar imediato.

Ele reduz o esforço visual em ambientes muito claros. Diminui o ofuscamento, melhora o contraste e proporciona maior conforto ao dirigir, caminhar ou praticar atividades ao ar livre.

Com o tempo, esse cuidado ajuda a proteger o cristalino, reduzindo o risco de alterações relacionadas à exposição solar prolongada. Também contribui para a preservação da região ao redor dos olhos, uma área sensível e constantemente exposta.

Óculos de sol e o envelhecimento ocular

Assim como a pele, os olhos sofrem os efeitos do tempo. A radiação solar é um dos fatores que aceleram esse processo.
O uso constante de óculos de sol adequados atua como uma barreira protetora. Ele não impede o envelhecimento natural, mas reduz o impacto dos fatores externos que o aceleram.

Essa proteção é ainda mais importante em pessoas que passam muitas horas ao ar livre ou que já apresentam algum problema ocular.

Crianças também precisam de óculos de sol

Os olhos das crianças são ainda mais sensíveis à radiação ultravioleta. Grande parte da exposição solar acumulada ao longo da vida acontece justamente na infância.

Criar o hábito do uso de óculos de sol desde cedo é uma forma de prevenção a longo prazo. Um cuidado simples que acompanha o crescimento e ajuda a preservar a saúde visual no futuro.

Quando usar óculos de sol

Não apenas na praia ou na piscina. O uso é recomendado sempre que houver exposição direta à luz solar intensa. Caminhadas, direção, atividades esportivas e até deslocamentos curtos justificam o cuidado.

Mesmo em dias nublados, a radiação ultravioleta continua presente. A ausência de sol aparente não significa ausência de risco.

O cuidado orientado pela Oftalmocenter de Campinas

Na Oftalmocenter, a orientação sobre o uso correto de óculos de sol faz parte da prevenção em saúde ocular.

Cada paciente possui uma rotina, um tipo de exposição e necessidades específicas. Por isso, a recomendação vai além do produto. Ela envolve entendimento, acompanhamento e escolhas conscientes.

Os óculos de sol não são apenas um acessório. Eles são um investimento silencioso na saúde dos olhos.

Usá-los de forma correta, com proteção adequada, é um gesto simples que se repete todos os dias e faz diferença ao longo dos anos.
Cuidar da visão também passa por escolhas pequenas, mas consistentes. E poucas são tão eficazes quanto proteger os olhos do sol.

 

Alerta para utilização de maquiagens vencidas

Alerta para utilização de maquiagens vencidas

Maquiagem faz parte da rotina, da identidade e, muitas vezes, do cuidado pessoal. Ela acompanha o dia a dia, eventos, viagens, festas e registros especiais. Justamente por estar tão presente, é comum que alguns detalhes passem despercebidos. Um deles é a validade dos produtos usados na região dos olhos.

O que parece inofensivo pode se tornar um risco real para a saúde ocular, especialmente quando falamos de rímel, delineador, sombra e lápis de olho.

Por que a maquiagem vencida representa um risco para os olhos

Produtos de maquiagem, principalmente os que entram em contato direto com os olhos, são ambientes favoráveis para proliferação de bactérias e fungos. Com o tempo, conservantes perdem eficácia, a composição se altera e o risco de contaminação aumenta.

A região ocular é extremamente sensível. Pequenas quantidades de micro-organismos podem causar inflamações, infecções e reações alérgicas. O problema não está apenas no produto vencido, mas também no uso contínuo de algo que já não oferece segurança.

Muitas infecções oculares começam de forma discreta, com coceira leve ou vermelhidão, e evoluem quando o contato com o agente causador se repete.

Quais produtos exigem mais atenção

Alguns itens merecem cuidado redobrado, justamente por estarem em contato direto com os olhos ou mucosas.

Rímel, por exemplo, costuma ter validade curta após aberto, geralmente de três a seis meses. Delineadores líquidos e em gel seguem a mesma lógica. Lápis de olho e sombras, apesar de durarem um pouco mais, também acumulam resíduos e micro-organismos com o uso diário.

O hábito de “guardar para ocasiões especiais” pode ser perigoso quando o produto já ultrapassou seu tempo seguro de uso.

Sinais de que a maquiagem pode estar comprometida

Nem sempre o vencimento está visível apenas pela data. Alguns sinais indicam que o produto já não deve ser utilizado.

– Mudança de cheiro
– Alteração de textura
– Separação de fases
– Ressecamento excessivo
– Ardência ao aplicar

Quando o corpo sinaliza desconforto, vale ouvir. Insistir no uso pode agravar quadros simples e transformar algo reversível em um problema mais sério.

Infecções oculares associadas ao uso de maquiagem vencida

O uso de maquiagem fora da validade pode favorecer condições como conjuntivite, blefarite, terçol e irritações crônicas na borda das pálpebras. Em pessoas que já apresentam olho seco ou sensibilidade ocular, o risco é ainda maior.

Essas infecções nem sempre surgem imediatamente. Muitas vezes, o processo é gradual, com sintomas que se repetem e parecem não ter causa definida.

Quando há recorrência de vermelhidão ou ardência, a maquiagem deve ser investigada como possível fator desencadeante.

Cuidados simples que fazem diferença

Alguns hábitos reduzem muito os riscos associados ao uso de maquiagem.

– Respeitar a validade indicada após a abertura
– Evitar compartilhar produtos, mesmo com pessoas próximas
– Lavar pincéis e aplicadores com frequência
– Remover completamente a maquiagem antes de dormir
– Descartar produtos usados durante infecções oculares

Essas atitudes não interferem na rotina de beleza. Pelo contrário. Elas preservam a saúde dos olhos e evitam interrupções indesejadas no dia a dia.

Atenção redobrada em períodos de festas e viagens

Em épocas de festas, viagens e férias, é comum usar maquiagem por mais horas seguidas. Calor, suor e ambientes fechados aumentam ainda mais o risco de contaminação.

Levar apenas produtos essenciais, evitar reaproveitar itens muito antigos e observar qualquer sinal de desconforto ocular são formas de prevenção que fazem diferença.

A saúde dos olhos não tira o brilho de nenhum momento. Ela garante que ele continue.

Quando procurar um oftalmologista

Qualquer sinal persistente de ardência, vermelhidão, secreção, coceira ou visão embaçada deve ser avaliado. O uso contínuo de maquiagem durante um quadro inflamatório pode retardar a recuperação e agravar o problema.

Na Oftalmocenter, a orientação vai além do tratamento. O foco também está na prevenção e na identificação de hábitos que impactam diretamente a saúde ocular.

Maquiagem é cuidado, expressão e autoestima. Mas precisa caminhar junto com atenção e responsabilidade. Usar produtos vencidos, especialmente na região dos olhos, é um risco silencioso que pode trazer consequências evitáveis.

Observar prazos, sinais do corpo e manter hábitos simples de higiene são atitudes que preservam não apenas a visão, mas também o conforto e a tranquilidade no dia a dia.

 

Férias e o aumento do uso de telas

Férias e o aumento do uso de telas

As férias chegam como uma promessa de pausa. Menos despertador, menos pressa, mais tempo livre. Mas, quase sem perceber, esse tempo acaba sendo ocupado por telas. Celular logo ao acordar. Séries até tarde. Jogos, redes sociais, vídeos curtos que se sucedem sem fim.
O descanso muda de forma, e os olhos acompanham esse ritmo silenciosamente, muitas vezes além do limite.

Por que usamos mais telas durante as férias

Durante o ano, a rotina impõe horários, deslocamentos e pausas naturais. Nas férias, essa estrutura desaparece. As telas passam a preencher o tempo livre, seja por entretenimento, seja por hábito.

Para crianças e adolescentes, elas se tornam companhia constante. Para adultos, uma mistura de lazer e continuidade do trabalho. O problema não está no uso em si, mas no excesso contínuo, sem intervalos e sem consciência corporal.

Os olhos não distinguem se a tela é trabalho ou diversão. Para eles, é esforço visual do mesmo jeito.

O que acontece com os olhos quando o tempo de tela aumenta

O uso prolongado de telas reduz a frequência do piscar. Isso faz com que a superfície ocular fique mais exposta e menos lubrificada. A consequência aparece em forma de ardência, sensação de areia, olhos vermelhos e visão embaçada ao final do dia.

Outro ponto importante é o foco constante em uma mesma distância. O olho permanece tensionado, sem alternar o olhar para longe. Esse esforço contínuo gera cansaço visual e, em algumas pessoas, dor de cabeça e dificuldade de concentração.

Com o passar dos dias, o desconforto deixa de ser pontual e passa a fazer parte da rotina.

Crianças, férias e telas: um cuidado necessário

Nas férias, o uso de telas por crianças costuma aumentar de forma significativa. Jogos, vídeos e aplicativos educativos se misturam ao entretenimento.
O sistema visual infantil ainda está em desenvolvimento e é mais sensível ao esforço prolongado. Longos períodos em frente às telas podem causar fadiga ocular, dificuldade de foco e até interferir na qualidade do sono.

Alternar telas com atividades ao ar livre, leitura em papel e brincadeiras que estimulem o olhar para diferentes distâncias é um cuidado simples, mas muito eficaz.

Telas à noite e impacto no conforto visual

Durante as férias, é comum dormir mais tarde. As telas acompanham esse hábito. O uso noturno, principalmente em ambientes escuros, força ainda mais os olhos.

O contraste elevado, o brilho excessivo e a proximidade da tela aumentam o esforço visual. Além disso, a luz emitida pelos dispositivos interfere no ritmo biológico, prejudicando o descanso e, indiretamente, a recuperação ocular.

Olhos cansados à noite tendem a amanhecer mais sensíveis no dia seguinte.

Sinais de que seus olhos estão pedindo pausa

Nem sempre o desconforto surge de forma intensa. Muitas vezes, ele se manifesta em pequenos sinais que vão sendo ignorados.

Ardência ao final do dia
Sensação de peso nos olhos
Visão embaçada temporária
Dificuldade para manter o foco
Olhos vermelhos com frequência

Esses sinais não fazem parte das férias. Eles indicam que os olhos estão sendo exigidos além do confortável.

Como reduzir o impacto das telas durante as férias

Não se trata de eliminar as telas, mas de usá-las com mais consciência. Pequenos ajustes fazem diferença real no conforto visual.

Fazer pausas regulares durante o uso prolongado
Alternar o olhar para longe ao longo do dia
Ajustar brilho e contraste das telas
Manter distância adequada dos dispositivos
Estimular atividades fora das telas, sempre que possível

Esses cuidados ajudam os olhos a atravessar o período de férias com menos sobrecarga.

Quem precisa de atenção redobrada

Pessoas com olho seco, miopia, astigmatismo, presbiopia ou histórico de cirurgia ocular costumam sentir os efeitos do excesso de telas com mais intensidade.
Nesses casos, o aumento do desconforto durante as férias não deve ser normalizado. Ele é um sinal de que algo precisa de ajuste ou acompanhamento.

O olhar preventivo da Oftalmocenter de Campinas

Na Oftalmocenter, o cuidado com a visão envolve orientação prática para o dia a dia, inclusive em períodos como as férias.
Entender como os hábitos interferem na saúde ocular faz parte de um acompanhamento que vai além do consultório.

As férias são um convite ao descanso. Os olhos também merecem esse cuidado.

Férias e telas caminham juntas, mas não precisam significar desconforto visual. Com pequenas mudanças de hábito, é possível aproveitar o tempo livre sem sobrecarregar os olhos.

A visão acompanha cada momento de lazer, cada filme, cada conversa e cada viagem. Preservá-la é uma forma de garantir que o descanso seja completo, agora e ao longo do ano.

 

Festas, sol e telas: proteja seus olhos neste final de ano

Festas, sol e telas: proteja seus olhos neste final de ano

O final de ano costuma trazer uma mistura intensa de estímulos. Dias mais longos, sol forte, encontros, viagens, telas ligadas até tarde, fotos, mensagens, séries e aquele desejo legítimo de aproveitar cada momento. Em meio a tudo isso, os olhos trabalham em silêncio. E, muitas vezes, pagam o preço do excesso.

Cuidar da visão nessa época não é sobre limitar a diversão. É sobre atravessar o verão com conforto, clareza e saúde ocular, sem transformar descanso em cansaço acumulado.

O impacto do sol intenso nos olhos

O sol de verão é bonito, mas exige respeito. A radiação ultravioleta não atinge apenas a pele. Ela também alcança estruturas sensíveis dos olhos, como a córnea e o cristalino. A exposição sem proteção adequada pode causar irritações, ardência, sensação de areia e, ao longo do tempo, contribuir para o envelhecimento precoce ocular.

Muitas pessoas associam óculos escuros apenas ao conforto visual. Na prática, eles funcionam como um escudo. Óculos sem proteção UV adequada podem ser ainda mais prejudiciais, pois dilatam a pupila e permitem maior entrada de radiação nociva.

Proteger os olhos do sol é um cuidado silencioso, mas essencial, principalmente em praias, piscinas, estradas e atividades ao ar livre.

Festas, noites longas e cansaço visual

As confraternizações costumam se estender. Luzes artificiais, ambientes com iluminação intensa ou muito baixa, ar-condicionado e poucas horas de sono criam um cenário perfeito para o desconforto ocular.

Olhos vermelhos, sensação de peso nas pálpebras e dificuldade para focar não surgem por acaso. Eles são sinais de fadiga visual. Ignorar esses sinais pode transformar algo temporário em um incômodo persistente.

Pausas visuais, hidratação adequada e atenção ao descanso fazem diferença. O corpo até aceita excessos pontuais. Os olhos, nem sempre.

Telas em excesso durante o período de descanso

Curiosamente, o período que deveria ser de pausa costuma aumentar o tempo diante das telas. Celular, computador, televisão, tudo se mistura ao lazer. O problema não é a tecnologia em si, mas o uso contínuo, sem pausas e em ambientes com iluminação inadequada.

A exposição prolongada reduz a frequência do piscar, resseca a superfície ocular e favorece sintomas como ardência, visão embaçada e sensibilidade à luz. Em pessoas que já têm olho seco, esses efeitos tendem a se intensificar.

Estabelecer pequenos intervalos, ajustar brilho e distância das telas e lembrar de piscar com mais frequência são atitudes simples que aliviam muito o desconforto.

Água do mar, piscina e irritações oculares

O contato com água salgada ou clorada faz parte do verão. Embora refrescante, ele pode causar irritação nos olhos, especialmente quando há exposição prolongada.

O cloro, em especial, altera a película lacrimal e deixa os olhos mais vulneráveis ao ressecamento. Já o sal pode provocar ardência temporária e sensação de desconforto.

Evitar abrir os olhos debaixo d’água, usar óculos de natação quando possível e lavar o rosto com água limpa após o banho ajudam a preservar a saúde ocular.

Pequenos hábitos que fazem grande diferença

Cuidar dos olhos no final de ano não exige grandes mudanças. São ajustes simples, quase imperceptíveis, mas muito eficazes.

Usar óculos de sol com proteção UV certificada
Reduzir o tempo contínuo de telas, mesmo durante o lazer
Manter os olhos hidratados, especialmente em ambientes secos
Dormir bem, sempre que possível
Respeitar sinais de ardência, vermelhidão ou visão embaçada

Esses cuidados funcionam como uma reserva de bem-estar visual para atravessar o verão com mais conforto.

Atenção especial para quem já tem algum problema ocular

Pessoas com miopia, hipermetropia, astigmatismo, presbiopia, olho seco ou histórico de cirurgia ocular precisam de atenção redobrada. O verão pode potencializar sintomas que, no dia a dia, passam despercebidos.

Manter consultas em dia e seguir orientações médicas ajuda a evitar surpresas desagradáveis justamente em um período que deveria ser de descanso.

O cuidado contínuo da Oftalmocenter de Campinas

Na Oftalmocenter, o cuidado com a visão vai além do tratamento. Ele envolve orientação, prevenção e acompanhamento ao longo de todas as fases da vida.

O final de ano é um bom momento para desacelerar e também para observar o próprio corpo, inclusive os olhos. Pequenos desconfortos não devem ser normalizados. Eles são formas de comunicação.

Festas, sol e telas fazem parte do final de ano. Aproveitar tudo isso é natural. Proteger os olhos, também.

A visão é silenciosa, mas essencial para cada experiência vivida nessa época. Cuidar dela é uma forma de garantir que as lembranças do verão sejam claras, confortáveis e cheias de cor, agora e no futuro.

Blefaroplastia: O que é, como é feita e quem pode fazer

Blefaroplastia: O que é, como é feita e quem pode fazer – Seu guia completo sobre plástica ocular

A busca por uma aparência mais rejuvenescida e um olhar vibrante é comum. Muitas vezes, a região dos olhos é a primeira a mostrar sinais de envelhecimento, como pálpebras caídas e bolsas. É aqui que a Plástica Ocular, ou Oculoplástica, entra em cena, com a Blefaroplastia se destacando como um dos procedimentos mais procurados. Mas o que exatamente é a Blefaroplastia? Quem pode fazer? Como é o procedimento? E quais os benefícios? Este guia completo vai responder a todas as suas perguntas, consolidando nossa autoridade no assunto e garantindo que você tenha todas as informações necessárias para tomar uma decisão informada.

O que é Blefaroplastia? Desvendando a cirurgia das pálpebras

A Blefaroplastia é um procedimento cirúrgico estético e funcional que visa corrigir excessos de pele, gordura e, em alguns casos, flacidez muscular nas pálpebras superiores e/ou inferiores. O termo “Plástica Ocular” abrange uma série de cirurgias que visam restaurar a estética e a função da região ao redor dos olhos. A Blefaroplastia é, sem dúvida, o carro-chefe dessa especialidade.

Por que a Blefaroplastia é tão procurada?

Com o envelhecimento, a pele das pálpebras perde elasticidade, os músculos enfraquecem e a gordura ao redor dos olhos pode se deslocar. Isso pode resultar em:

  • Pálpebras superiores caídas (dermatocálase): Dando um aspecto de cansaço ou tristeza, e em casos mais avançados, podendo até comprometer o campo de visão.
  • Bolsas sob os olhos: Acúmulo de gordura que confere um inchaço persistente.
  • Excesso de pele e rugas finas: Principalmente nas pálpebras inferiores, as famosas “rugas de expressão”.

A Blefaroplastia corrige esses problemas, proporcionando um olhar mais jovem, alerta e descansado, além de, em muitos casos, melhorar a função visual.

Quem pode fazer Blefaroplastia? Critérios e indicações

A Blefaroplastia é indicada para homens e mulheres que apresentam os sinais de envelhecimento nas pálpebras mencionados anteriormente. No entanto, existem critérios importantes a serem avaliados por um especialista em Oculoplástica:

  • Idade ideal
    Geralmente, o procedimento é realizado em pacientes a partir dos 35 anos, quando os sinais de envelhecimento começam a ser mais evidentes. Contudo, em casos onde há fatores genéticos que causem bolsas de gordura proeminentes em idades mais jovens, a cirurgia pode ser considerada.
  • Condições de saúde
    É fundamental que o paciente esteja em bom estado geral de saúde. Condições como glaucoma, olho seco grave, problemas de tireoide não controlados, diabetes e pressão alta precisam ser cuidadosamente avaliadas. Uma consulta pré-operatória completa com o cirurgião oftalmológico especialista em Plástica Ocular é indispensável para verificar a elegibilidade.
  • Expectativas realistas
    O paciente deve ter expectativas realistas sobre os resultados da cirurgia. A Blefaroplastia rejuvenesce o olhar, mas não interrompe o processo natural de envelhecimento.

Como é feita a Blefaroplastia? O passo a passo do procedimento

A Blefaroplastia é um procedimento cirúrgico relativamente rápido e pode ser realizada em regime ambulatorial, o que significa que o paciente geralmente recebe alta no mesmo dia.

  • Antes da cirurgia (pré-operatório)
    • Consulta com o especialista: O oftalmologista especialista em Plástica Ocular fará uma avaliação detalhada da saúde ocular, histórico médico e das expectativas do paciente. Serão solicitados exames de sangue e cardiológicos.
    • Orientações: O paciente receberá instruções sobre medicamentos a serem evitados (como aspirina), jejum e preparativos para o dia da cirurgia.
  • Durante a cirurgia (o procedimento)
    A Blefaroplastia pode ser realizada sob anestesia local com sedação ou anestesia geral, dependendo da complexidade do caso e da preferência do paciente e cirurgião.

    • Pálpebra superior: O cirurgião realiza uma incisão na dobra natural da pálpebra. Através desta incisão, o excesso de pele e gordura é removido. A incisão é então fechada com suturas finas, que ficam praticamente imperceptíveis após a cicatrização.
    • Pálpebra inferior: As opções incluem:
      • Incisão subciliar: Logo abaixo dos cílios, permite a remoção de excesso de pele e gordura.
      • Incisão transconjuntival: Feita na parte interna da pálpebra, ideal para remoção de bolsas de gordura sem cortes externos visíveis.
        Em ambos os casos, a gordura pode ser removida ou reposicionada para suavizar a transição entre a pálpebra e a bochecha.
  • Depois da cirurgia (pós-operatório)
    O pós-operatório é crucial para o sucesso da Blefaroplastia:

    • Repouso: É recomendado repouso relativo nos primeiros dias, evitando esforços físicos.
    • Compressas frias: Ajuda a diminuir o inchaço e os hematomas.
    • Medicação: Analgésicos e anti-inflamatórios podem ser prescritos para controlar qualquer desconforto.
    • Limpeza: Instruções específicas para a higiene da região.
    • Retirada de pontos: Geralmente ocorre entre 5 e 7 dias após a cirurgia.
    • Resultados: O inchaço inicial diminui em algumas semanas, e o resultado final pode ser observado após alguns meses, à medida que a cicatrização se completa.

Onde fazer Blefaroplastia? A importância do especialista em Plástica Ocular

A Blefaroplastia e outros procedimentos de Plástica Ocular devem ser realizados por um oftalmologista especializado em Oculoplástica. Este profissional possui o conhecimento aprofundado da anatomia ocular e periocular, garantindo não apenas um resultado estético superior, mas também a segurança da visão do paciente.

Como escolher o profissional certo?

  • Certificação e experiência: Verifique se o médico é um oftalmologista com especialização em Oculoplástica.
  • Histórico de sucesso: Pesquise por depoimentos de outros pacientes e veja fotos de antes e depois (sempre com o consentimento do paciente).
  • Infraestrutura da clínica: A cirurgia deve ser realizada em ambiente adequado, com todos os recursos necessários para a segurança do paciente.
  • Comunicação: Escolha um profissional que seja claro, paciente e que responda a todas as suas dúvidas.

Quanto custa a Blefaroplastia? Entendendo os Valores

O custo da Blefaroplastia pode variar significativamente dependendo de diversos fatores:

  • Complexidade do caso: Se a cirurgia envolve apenas pálpebra superior, inferior ou ambas, e se há necessidade de outras intervenções.
  • Honorários do cirurgião: A experiência e a reputação do oftalmologista especialista em Plástica Ocular influenciam o valor.
  • Local da cirurgia: Custos de hospital ou clínica.
  • Tipo de anestesia: O tipo de anestesia utilizada.
  • Exames pré-operatórios: Podem ou não estar incluídos no valor total.

É crucial que o paciente receba um orçamento detalhado após a consulta e avaliação individual. O foco deve ser na qualidade e segurança do procedimento, e não apenas no preço.

Quais os Benefícios da Blefaroplastia? Além da estética

Os benefícios da Blefaroplastia vão muito além da melhora estética:

  • Rejuvenescimento do olhar: Aspecto mais jovem, descansado e alerta.
  • Melhora do campo de visão: Em casos de pálpebras caídas que obstruem a visão.
  • Aumento da autoconfiança: A melhora na aparência pode impactar positivamente a autoestima do paciente.
  • Redução de rugas e linhas finas: Contribui para uma pele mais lisa na região periorbital.
  • Diminuição de bolsas: alívio do inchaço e aspecto de cansaço.
  • Resultados duradouros: Embora o envelhecimento continue, os resultados da Blefaroplastia são de longa duração.

Por que investir em Plástica Ocular com um especialista?

Investir na Plástica Ocular e, em particular, na Blefaroplastia, é investir na sua saúde visual e no seu bem-estar. Optar por um oftalmologista especialista em Oculoplástica garante que o procedimento seja feito com a máxima segurança e precisão, preservando a saúde dos seus olhos enquanto busca o resultado estético desejado. Não arrisque sua visão com profissionais não qualificados. Sua beleza e saúde merecem o melhor cuidado.

Se você tem mais dúvidas sobre a Blefaroplastia ou outros procedimentos de Plástica Ocular, ou gostaria de agendar uma consulta para uma avaliação personalizada, entre em contato. Estamos aqui para oferecer o cuidado especializado que seus olhos merecem.

O impacto da tela na visão

O impacto do tempo de tela na visão: crianças e adultos

Em um mundo cada vez mais conectado, as telas de celulares, computadores e tablets se tornaram uma parte indispensável de nossas vidas, seja para trabalho, estudo ou lazer. No entanto, o aumento do tempo de tela tem levantado sérias preocupações sobre seus efeitos na saúde ocular. O que antes era um problema de nicho, hoje é uma questão de saúde pública que afeta desde crianças em idade escolar até adultos em plena carreira.

Neste artigo, vamos explorar o real impacto do tempo de tela na visão de diferentes faixas etárias, os riscos que ele apresenta e, mais importante, as estratégias práticas para mitigar esses efeitos.

O que acontece com nossos olhos na frente das telas?

Quando olhamos para uma tela, nosso sistema visual é submetido a um esforço intenso e prolongado. Diferente de olhar para objetos à distância, o foco constante em um ponto próximo por longos períodos pode causar o que chamamos de Síndrome da Visão de Computador ou Fadiga Ocular Digital.

Os principais sintomas dessa síndrome incluem:

  • Olhos secos e irritados: O número de piscadas por minuto diminui drasticamente quando estamos concentrados em uma tela, o que leva ao ressecamento da superfície ocular.
  • Visão embaçada: A dificuldade de focar para longe após um longo período de visão de perto é um sintoma comum.
  • Dor de cabeça: A tensão nos músculos oculares e a exposição à luz azul podem desencadear dores de cabeça.
  • Sensibilidade à luz: Os olhos podem ficar mais sensíveis à luz natural e artificial.

O impacto nas crianças: o aumento da miopia

O efeito do tempo de tela é particularmente preocupante para as crianças. O desenvolvimento da visão na infância é um período crítico, e o foco excessivo em objetos próximos, combinado com a falta de tempo ao ar livre, tem sido diretamente associado ao aumento global da miopia.

  • Por que isso acontece? Estudos indicam que o olho em desenvolvimento pode se adaptar ao foco constante de perto, crescendo em um formato mais longo. Esse alongamento é a principal causa da miopia, que faz com que a visão para longe se torne embaçada.
  • O papel da luz solar: A exposição à luz natural tem um efeito protetor contra a miopia. O tempo passado ao ar livre estimula a produção de dopamina na retina, o que ajuda a controlar o crescimento do olho.

A prevenção é a palavra-chave. É crucial que os pais incentivem o equilíbrio entre o tempo de tela e as atividades ao ar livre.

O impacto nos adultos: fadiga e olho seco

Para os adultos, que muitas vezes passam a maior parte do dia em frente a computadores por motivos de trabalho, os problemas mais comuns são a fadiga ocular e a síndrome do olho seco. Além disso, a exposição prolongada à luz azul emitida pelas telas pode causar desconforto e, em longo prazo, ser um fator de risco para a degeneração macular.

  • Luz azul: Embora a ciência ainda esteja estudando os efeitos a longo prazo, a luz azul tem uma frequência de onda mais curta e mais energia, o que pode causar um esforço adicional aos olhos.

A boa notícia é que, para os adultos, os danos geralmente não são permanentes. O desconforto e a fadiga tendem a desaparecer com o descanso dos olhos.

Estratégias práticas para proteger a visão

Não é realista pedir para as pessoas abandonarem as telas. A solução, então, é adotar hábitos saudáveis que minimizem os riscos.

  1. A Regra 20-20-20: Para cada 20 minutos olhando para uma tela, descanse os olhos por 20 segundos, olhando para um objeto a 20 pés de distância (cerca de 6 metros). Essa simples pausa relaxa os músculos oculares e ajuda a combater a fadiga ocular.
  2. Ajuste a Ergonomia: Posicione a tela a uma distância de 50 a 60 cm e um pouco abaixo da altura dos olhos. Ajuste o brilho e o contraste para que a tela não seja nem muito clara nem muito escura em relação ao ambiente.
  3. Lembre-se de piscar: A cada 20 segundos, faça 10 piscadas lentas e completas para lubrificar a superfície dos olhos e evitar o ressecamento.
  4. Use Filtro de Luz Azul: Configure o modo noturno do seu aparelho ou use óculos com filtro de luz azul para reduzir a exposição.
  5. Exames de Rotina: Visitas anuais ao oftalmologista são essenciais. O profissional pode diagnosticar e tratar precocemente problemas como a miopia, o astigmatismo ou a síndrome do olho seco, além de recomendar soluções personalizadas.

A tecnologia é uma ferramenta incrível, mas seu uso deve ser consciente. Ao adotar essas dicas para manter a saúde ocular, você garante que sua visão continue nítida e confortável, independentemente do tempo que você passe em frente às telas. Qual dessas dicas você vai começar a aplicar hoje?

E se você estiver sentindo algum desconforto, não deixe de agendar a sua consulta com um oftalmologista, fale conosco.

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