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Glaucoma cega rápido?

Glaucoma cega rápido? Entenda o tempo de progressão da doença ocular

O que é o glaucoma e por que ele é silencioso? 

O glaucoma é uma neuropatia óptica progressiva. O dano ocorre geralmente devido ao aumento da pressão intraocular (PIO), causada por um desequilíbrio entre a produção e a drenagem de um líquido dentro do olho (humor aquoso).

O tipo mais comum é o Glaucoma Primário de Ângulo Aberto (GPAA), conhecido como o “ladrão silencioso da visão”.

  • Onde ataca: Inicialmente, ele rouba a visão periférica (a visão dos lados).
  • O silêncio: O paciente não sente dor ou percebe a perda visual até que o dano ao nervo óptico esteja muito avançado, já afetando a visão central.

É por isso que o diagnóstico precoce é a chave: quanto antes detectarmos, mais visão podemos salvar. Estima-se que 70% dos portadores no Brasil sequer sabem que têm a doença.

Tipos de glaucoma e suas velocidades

O tempo de progressão é diferente para cada tipo:

  1. Glaucoma Primário de Ângulo Aberto (GPAA): Sem tratamento, pode levar de 10 a 15 anos para a cegueira total. Com tratamento adequado, a visão pode ser preservada por mais de 20 a 50 anos.
  2. Glaucoma Agudo de Ângulo Fechado: É uma emergência médica. Um pico súbito e severo da PIO pode causar perda visual permanente em questão de horas ou dias.
  3. Glaucoma de Pressão Normal (GPN): O dano ocorre com a PIO em níveis “normais”. O tratamento deve ser mais agressivo, visando reduzir a pressão para níveis muito baixos para garantir a estabilidade.

Como o médico mede a velocidade da perda visual? 

Seu oftalmologista não mede apenas a PIO. Utilizamos a Perimetria Automatizada (exame de campo visual) para quantificar a velocidade de progressão em decibéis por ano (dB/ano).

O objetivo fundamental do tratamento do glaucoma é atingir uma taxa de progressão próxima de zero, o que significa estabilidade.

  • Progressão Lenta/Estável: Taxas próximas de −0.02 a −0.07 dB/ano, que é semelhante ao envelhecimento natural e preserva a visão por décadas.
  • Progressão Moderada: Cerca de −0.5 dB/ano. Se não desacelerada, pode levar à cegueira em cerca de 13 anos.
  • Progressão Rápida/Catastrófica: Acima de −1.5 dB/ano. Esta taxa é perigosa e indica um alto risco de cegueira em poucos anos, exigindo intervenção imediata, muitas vezes cirúrgica.

Quem está mais em risco e por quê? 

O glaucoma não atinge todos da mesma forma. O risco de progressão mais rápida e cegueira é maior em:

  • Raça Afrodescendente/Negra: Possuem um risco significativamente maior de cegueira (6 a 8 vezes mais).
  • Idade Avançada: Pessoas acima de 40 anos.
  • Comorbidades: Pacientes com diabetes têm um risco aumentado.
  • Flutuação da PIO: A pressão pode atingir picos perigosos durante a noite. Se o oftalmologista ignorar essa flutuação circadiana da PIO, o dano continua ocorrendo mesmo sob tratamento diurno.
  • Adesão ao Tratamento: A falha em usar corretamente os colírios, seguir o tratamento a laser (SLT) ou realizar a cirurgia transforma um glaucoma de progressão lenta em um caso rápido. A falta de acesso a cuidados ou medicamentos, muitas vezes associada a fatores socioeconômicos, é um grande preditor da cegueira.

O tratamento é a defesa mais poderosa 

O avanço da oftalmologia nos permitiu reduzir o risco de cegueira relacionada ao glaucoma em quase 50% nas últimas décadas. O glaucoma é controlável, embora não tenha cura.

  1. Diagnóstico Precoce: Faça o rastreio oftalmológico completo anual ou bienal, especialmente se você tiver qualquer fator de risco.
  2. Meta de PIO: O tratamento (com colírios, laser ou cirurgia) visa atingir uma pressão-alvo que seja baixa o suficiente para parar a progressão da doença (taxa de ≈0 dB/ano).
  3. Adesão: A sua disciplina é vital. O uso contínuo e correto dos medicamentos é o que garante que a PIO se mantenha estável, evitando os picos de pressão que matam as células do nervo óptico.

Onde procurar ajuda: O diagnóstico e tratamento devem ser feitos com um Oftalmologista Especialista em Glaucoma. Somente ele poderá individualizar a meta de pressão, monitorar sua taxa de progressão em dB/ano e ajustar o tratamento de maneira rigorosa.

A cegueira funcional é caracterizada pela perda de campo visual, deixando a famosa “visão em túnel”. O nosso trabalho é garantir que você não chegue a esse ponto. A intervenção e a conscientização são a principal defesa contra a perda visual total, agende sua consulta conosco. 

 

Doenças oftalmologicas

Olhos saudáveis: As doenças oftalmológicas mais comuns e como prevenir

Cuidar da visão é essencial para a nossa qualidade de vida. Nossos olhos são órgãos complexos e, assim como qualquer parte do corpo, estão sujeitos a diversas condições. Entender as doenças oftalmológicas mais comuns, como elas se manifestam e, principalmente, como preveni-las é o primeiro passo para garantir que sua visão permaneça nítida por muitos anos.

1. As mais frequentes: erros de refração 

Os erros de refração não são tecnicamente “doenças” no sentido de patologias, mas sim falhas no modo como o olho foca a luz, sendo as condições visuais mais comuns no mundo.

  • Miopia: Dificuldade em enxergar objetos distantes. A imagem se forma antes da retina. O paciente enxerga bem de perto, mas tem a visão turva para longe.
  • Hipermetropia: Dificuldade em enxergar de perto. A imagem se forma depois da retina. Os pacientes jovens podem compensar, mas sentem dor de cabeça e cansaço visual.
  • Astigmatismo: Visão embaçada ou distorcida para qualquer distância. Ocorre porque a córnea tem um formato irregular, como uma bola de futebol americano, em vez de redonda como uma bola de basquete.
  • Presbiopia (Vista Cansada): A perda de foco para perto que ocorre naturalmente após os 40 anos. O cristalino perde sua elasticidade, dificultando a leitura.

Tratamento: A correção é simples e eficaz, geralmente feita com o uso de óculos, lentes de contato ou cirurgia refrativa.

2. As que roubam a visão silenciosamente 

Algumas doenças são traiçoeiras porque não causam dor ou sintomas perceptíveis até que o dano seja grave. O diagnóstico precoce é a única forma de evitar a perda visual permanente.

Glaucoma: o ladrão silencioso

  • O que é: Uma neuropatia óptica progressiva, onde o dano ao nervo óptico ocorre geralmente devido ao aumento da Pressão Intraocular (PIO).
  • Como age: Destrói lentamente a visão periférica (visão lateral) primeiro. O paciente só percebe que está perdendo a visão quando o dano já está muito avançado, resultando na temida “visão em túnel”.
  • Tratamento: É focado em reduzir a PIO (com colírios, laser ou cirurgia) para estabilizar a doença. A visão perdida é irreversível.

Catarata: o embaçamento comum

  • O que é: A opacificação do cristalino, a lente natural dentro do olho que, com o tempo, se torna turva.
  • Como age: Causa visão embaçada, cores desbotadas, dificuldade para dirigir à noite devido ao excesso de brilho das luzes (halos) e necessidade constante de trocar o grau dos óculos.
  • Tratamento: A única solução é a cirurgia de catarata, um procedimento seguro e rápido onde o cristalino opacificado é removido e substituído por uma lente intraocular artificial.

3. Condições Relacionadas à Idade e Diabetes 

O avanço da idade e algumas condições sistêmicas, como o diabetes, aumentam significativamente o risco de doenças oculares graves.

Degeneração macular relacionada à idade (DMRI)

  • O que é: Uma doença que afeta a mácula, a parte central da retina responsável pela visão detalhada e leitura. É a principal causa de cegueira em idosos nos países desenvolvidos.
  • Como age: Causa distorção da visão (linhas retas parecem onduladas) e uma mancha escura ou borrada no centro do campo de visão.
  • Tipos:
    • Seca (mais comum): Progressão lenta.
    • Úmida (mais grave): Crescimento de vasos sanguíneos anormais que vazam. Exige tratamento urgente com injeções intraoculares.

Retinopatia diabética (RD)

  • O que é: Complicação do diabetes causada por danos nos vasos sanguíneos da retina devido ao nível elevado e descontrolado de açúcar no sangue.
  • Como age: Os vasos sanguíneos vazam ou são bloqueados, causando inchaço na mácula e a formação de novos vasos anormais (proliferativos) que podem levar ao descolamento de retina.
  • Prevenção: O controle rigoroso da glicemia e da pressão arterial é a forma mais eficaz de prevenção.

4. Prevenção e rastreio: a chave para manter a visão 

Onde o diagnóstico e tratamento dessas doenças são feitos? Em primeiro lugar, no consultório do oftalmologista. A intervenção precoce é o que salva sua visão.

Doença Fator de Risco Principal Exame de Rastreio Essencial
Glaucoma Idade (> 40 anos), Histórico familiar, PIO alta. Exame de Fundo de Olho (avaliação do nervo óptico) e Tonometria (medição da PIO).
Catarata Idade (> 60 anos), Exposição solar, Diabetes. Exame com Lâmpada de Fenda (avaliação do cristalino).
DMRI Idade (> 50 anos), Tabagismo, Histórico familiar. Mapeamento de Retina (avaliação da mácula).
Retinopatia Diabética Diabetes mal controlado, Hipertensão. Mapeamento de Retina (anual ou semestral, dependendo do caso).

 

O exame oftalmológico completo anual ou bienal é a sua principal ferramenta de defesa. Se você tem mais de 40 anos, histórico familiar de glaucoma ou diabetes, a regularidade das consultas é inegociável.

Lembre-se: a maioria das doenças oftalmológicas graves não é perceptível na fase inicial. Somente um especialista pode identificar os sinais e agir antes que o dano se torne irreversível.

Qual dessas condições mais te preocupa, e quando foi a sua última visita ao oftalmologista

 

Retinoplastia diabética

O que é a retinopatia diabética e por que o diabético precisa de um cuidado especial com os olhos

O diabetes é uma doença crônica que exige cuidados em várias frentes, e a saúde ocular é uma das mais importantes. Muitas pessoas com diabetes focam no controle da glicemia, na dieta e nos exercícios, mas esquecem que a doença também pode afetar a visão de forma silenciosa e devastadora. A retinopatia diabética é a principal causa de cegueira entre adultos em idade produtiva e é uma das complicações mais sérias do diabetes.

Neste artigo, vamos explicar o que é a retinopatia diabética, por que o controle do diabetes é crucial para a saúde dos seus olhos e quais medidas você pode tomar para prevenir e tratar essa condição. A informação é a sua melhor ferramenta de defesa contra a perda de visão.

O que é retinopatia diabética?

A retinopatia diabética é uma doença que danifica os vasos sanguíneos da retina, a camada de tecido sensível à luz que fica no fundo do olho. A retina é essencial para a visão, pois transforma a luz em sinais nervosos que o cérebro interpreta como imagens.

Quando os níveis de açúcar no sangue (glicemia) permanecem altos por muito tempo, os pequenos vasos sanguíneos da retina são danificados. Eles podem vazar fluidos, proteínas e gorduras, causando inchaço na retina. Com o tempo, esses vasos danificados se fecham, e o corpo tenta criar novos vasos sanguíneos para compensar. No entanto, esses novos vasos são frágeis, propensos a sangramentos e podem formar tecido fibroso que puxa e danifica a retina, levando ao descolamento de retina e à cegueira.

O grande perigo da retinopatia diabética é que, em seus estágios iniciais, ela não apresenta sintomas. A perda de visão acontece de forma gradual e só se torna perceptível quando o problema já está em um estágio avançado.

Por que o diabético precisa de um cuidado especial?

Qualquer pessoa com diabetes tipo 1 ou tipo 2 pode desenvolver retinopatia diabética. A duração da doença e o controle glicêmico são os principais fatores de risco. Quanto mais tempo uma pessoa tem diabetes e quanto pior for o controle da glicemia, maior é a chance de desenvolver a doença e de que ela progrida rapidamente.

O monitoramento e o controle do diabetes, portanto, são a primeira e mais importante linha de defesa. A saúde ocular e o controle do diabetes andam de mãos dadas.

Outros fatores que aumentam o risco incluem:

  • Hipertensão arterial (pressão alta).
  • Níveis elevados de colesterol.
  • Gravidez.

Prevenção e diagnóstico precoce: A chave para a visão

Como a retinopatia diabética é silenciosa, o diagnóstico precoce é a única forma de garantir um tratamento eficaz. É por isso que todo diabético deve realizar um exame oftalmológico completo, com dilatação da pupila, pelo menos uma vez por ano. Se a doença já tiver sido diagnosticada, a frequência dos exames deve ser maior, conforme a orientação do oftalmologista.

O exame de rotina, que inclui o exame de fundo de olho, permite que o médico avalie a retina em busca de sinais de danos, como pequenos sangramentos, inchaço (edema macular) ou o desenvolvimento de novos vasos sanguíneos.

Tratamentos modernos para a retinopatia diabética

Uma vez diagnosticada, a retinopatia diabética pode ser tratada para evitar que a perda de visão avance. As opções de tratamento variam de acordo com o estágio da doença:

  • Controle Glicêmico e da Pressão Arterial: Em estágios iniciais, a primeira recomendação é intensificar o controle do açúcar no sangue e da pressão arterial. Isso pode, muitas vezes, retardar ou até mesmo interromper a progressão da doença.

  • Terapia a Laser (Fotocoagulação): Para os casos mais avançados, o tratamento a laser pode selar os vasos sanguíneos com vazamento e destruir os vasos anormais, evitando que eles cresçam e causem mais danos.

  • Injeções Intraoculares: Medicamentos anti-VEGF são injetados diretamente no olho para reduzir o inchaço da retina e impedir o crescimento dos vasos sanguíneos anormais. Este é um dos tratamentos mais modernos e eficazes, especialmente para o edema macular.

  • Cirurgia de Vitrectomia: Em casos graves, como sangramentos extensos ou descolamento de retina, a cirurgia pode ser necessária para remover o sangue e o tecido cicatricial que puxa a retina.

Não negligencie sua visão

Viver com diabetes exige uma rotina de cuidados, e o acompanhamento oftalmológico é uma parte essencial dela. A retinopatia diabética pode ser evitada ou, se diagnosticada a tempo, tratada com sucesso.

Não espere ter sintomas como visão borrada ou “moscas volantes” para procurar um especialista. Faça do exame oftalmológico anual uma prioridade. Ao manter o controle rigoroso da glicemia e fazer as consultas de rotina, você está dando um passo fundamental para preservar sua visão e sua qualidade de vida por muitos anos.

Você já fez seu exame oftalmológico este ano? Se não, agende sua consulta e cuide da sua visão.

 

Degeneração Macular relacionada a idade

Degeneração macular relacionada à idade (DMRI): Como prevenir e lidar com a perda da visão central

A Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) é uma das principais causas de perda de visão em pessoas com mais de 50 anos, afetando a parte central da retina, a mácula. Essa região é responsável por nossa visão de alta resolução, essencial para atividades como ler, reconhecer rostos e dirigir.

Muitas pessoas não conhecem a DMRI até que os primeiros sintomas se manifestem. Por isso, a informação e a prevenção são as nossas melhores ferramentas. Neste guia, vamos desvendar o que é a DMRI, quais são os seus fatores de risco, como preveni-la e quais os tratamentos disponíveis para lidar com essa condição. Proteger sua visão central é fundamental para manter sua independência e qualidade de vida.

O que é DMRI e como ela afeta seus olhos?

A mácula é uma pequena parte da retina, localizada no fundo do olho. Ela é densa em fotorreceptores e é responsável pela nossa capacidade de enxergar cores e detalhes finos. A DMRI causa um dano progressivo na mácula, o que leva à perda da visão central.

Existem dois tipos principais de DMRI:

  • DMRI Seca: É a forma mais comum e menos grave. Caracteriza-se pelo acúmulo de pequenas proteínas, chamadas drusas, sob a retina. A visão se perde de forma gradual.
  • DMRI Úmida: É a forma mais rara, mas também a mais agressiva. Ela acontece quando vasos sanguíneos anormais crescem sob a retina. Esses vasos podem vazar sangue e fluido, danificando rapidamente a mácula e causando uma perda de visão mais repentina e severa.

Fatores de risco: Quem precisa ficar mais atento?

Embora a DMRI esteja fortemente ligada ao envelhecimento, o estilo de vida tem um papel crucial. Conhecer os fatores de risco é o primeiro passo para a prevenção.

  • Idade: O risco de DMRI aumenta significativamente após os 50 anos.
  • Genética: Ter um histórico familiar de DMRI aumenta suas chances de desenvolver a doença.
  • Tabagismo: O fumo é um dos principais fatores de risco modificáveis. Fumantes têm uma probabilidade muito maior de desenvolver a doença.
  • Exposição ao Sol: A exposição prolongada aos raios UV, sem a devida proteção, pode contribuir para o dano macular ao longo do tempo.
  • Nutrição: Uma dieta pobre em antioxidantes, vitaminas e minerais essenciais para a saúde ocular também pode aumentar o risco.

Estratégias para prevenir e desacelerar a DMRI

A prevenção é a melhor arma contra a DMRI. Adotar hábitos saudáveis e ter o acompanhamento de um profissional pode fazer uma grande diferença.

1. Alimentação e suplementação

Uma dieta balanceada e rica em nutrientes é fundamental. Inclua alimentos com alto teor de:

  • Antioxidantes (Vitaminas C e E): Laranjas, pimentões, nozes e sementes.
  • Ômega-3: Salmão, sardinha e sementes de chia.
  • Luteína e Zeaxantina: Espinafre, couve, brócolis e ovos.

Se a sua dieta for deficiente, seu oftalmologista pode recomendar suplementos específicos, como os suplementos AREDS 2, que demonstraram eficácia na desaceleração da DMRI em estágios intermediários.

2. Proteção solar

Use óculos de sol com 99% a 100% de proteção UV sempre que estiver ao ar livre, mesmo em dias nublados. Além de proteger contra os raios UV, eles também ajudam a filtrar a luz azul nociva.

3. Exames de rotina

Como a DMRI pode ser assintomática no início, o diagnóstico precoce é crucial. Pessoas com mais de 50 anos, especialmente aquelas com fatores de risco, devem realizar um exame oftalmológico anual. O oftalmologista fará um exame de fundo de olho detalhado para avaliar a mácula e procurar por sinais da doença.

 

Tratamentos para DMRI: Opções para lidar com a doença

Infelizmente, ainda não existe uma cura para a DMRI, mas o tratamento pode estabilizar a visão e, em alguns casos, até melhorá-la, especialmente na forma úmida.

  • Para DMRI seca: No momento, não há um tratamento para reverter a DMRI seca. O foco é na prevenção e na desaceleração da progressão com suplementos nutricionais e mudanças no estilo de vida.

  • Para DMRI úmida: A principal forma de tratamento são as injeções intraoculares. Medicamentos específicos, chamados anti-VEGF, são injetados diretamente no olho para inibir o crescimento dos vasos sanguíneos anormais, interrompendo o sangramento e o vazamento. Esse tratamento pode ser altamente eficaz se iniciado precocemente.

O Teste de Amsler: Uma ferramenta de monitoramento em casa

Se você tem DMRI ou está em um grupo de risco, seu oftalmologista pode recomendar que você use o Teste de Amsler em casa. É um teste simples que consiste em uma grade quadriculada. Ao olhar para o centro da grade com cada olho separadamente, você pode detectar distorções ou linhas embaçadas, que são sinais de alerta de que a doença pode estar progredindo.

A Degeneração Macular Relacionada à Idade é uma condição séria, mas não precisa ser uma sentença. Com a devida atenção à prevenção e ao acompanhamento médico, é possível preservar a sua visão central por muitos anos. Converse com seu oftalmologista para um plano de cuidados personalizado, agende sua consulta.

 

 

Cirurgia de blefaroplastia em Campinas

Blefaroplastia: Rejuvenesça seu olhar com a cirurgia nas pálpebras

O envelhecimento da pele ao redor dos olhos, com o surgimento de pálpebras caídas e bolsas de gordura, não é apenas uma questão estética. A blefaroplastia, ou cirurgia nas pálpebras, é um dos procedimentos mais procurados para rejuvenescer o olhar e, em muitos casos, melhorar a qualidade da visão. A busca por “cirurgia nas pálpebras” e “blefaroplastia” demonstra o interesse em um procedimento que pode trazer tanto bem-estar quanto funcionalidade.

O que é blefaroplastia e quem pode fazer?

A blefaroplastia é uma cirurgia que remove o excesso de pele e as bolsas de gordura das pálpebras superiores e/ou inferiores. A cirurgia é indicada para pessoas que:

  • Têm excesso de pele nas pálpebras que obstrui o campo de visão.
  • Apresentam pálpebras inchadas ou com bolsas de gordura.
  • Buscam um rejuvenescimento do olhar com resultados naturais.
  • Estão com boa saúde e não fumam.

A Oftalmocenter realiza uma avaliação completa para determinar se a cirurgia é a opção ideal para você, considerando tanto os objetivos estéticos quanto as necessidades funcionais.

Como é realizada a blefaroplastia e como é a recuperação?

A cirurgia é um procedimento relativamente rápido e seguro, realizado com anestesia local e sedação. O cirurgião faz uma incisão discreta nas dobras naturais das pálpebras para remover o excesso de pele e gordura. A sutura é feita com fios finos e o resultado é uma cicatriz quase imperceptível.

  • Duração da cirurgia: Varia entre 1 e 2 horas.
  • Recuperação: Os primeiros dias podem ter inchaço e equimoses (roxos), que desaparecem em poucas semanas. A recuperação completa leva alguns meses.
  • Pós-operatório: Recomenda-se repouso, compressas geladas e seguir as orientações médicas.

Por que é crucial escolher um oftalmologista especializado?

A blefaroplastia é uma cirurgia delicada que exige profundo conhecimento da anatomia dos olhos. Um cirurgião oftalmologista, como os especialistas da Oftalmocenter, tem a expertise necessária para:

  • Garantir a segurança do globo ocular e da visão durante o procedimento.
  • Realizar a cirurgia de forma a não prejudicar a função das pálpebras (piscar, lubrificação).
  • Proporcionar um resultado estético harmonioso e natural, sem alterar a expressão do olhar.

A escolha do profissional é o fator mais importante para o sucesso e a segurança da cirurgia. Na Oftalmocenter, a plástica ocular é realizada com a mais alta tecnologia e cuidado, garantindo a sua satisfação.

Glaucoma o ladrão silencioso da visão

Glaucoma: O ladrão silencioso da visão. Conheça os sintomas e o tratamento essencial

O glaucoma é uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo, e seu perigo reside no fato de ser, na maioria dos casos, uma doença silenciosa. Por isso, a pergunta “O que é glaucoma?” e a busca por “sintomas de glaucoma” são tão frequentes. Ele ocorre quando a pressão intraocular aumenta, danificando progressivamente o nervo óptico, que é a estrutura responsável por levar as imagens captadas pelo olho até o cérebro.

A ausência de dor ou sintomas claros no início faz com que a doença passe despercebida, e a perda da visão periférica se desenvolve de forma gradual, sem que o paciente perceba. Por essa razão, a melhor forma de prevenção é o diagnóstico precoce, feito através de exames oftalmológicos de rotina, que permitem medir a pressão intraocular e avaliar a saúde do nervo óptico.

Quem está mais suscetível a ter glaucoma?

Embora qualquer pessoa possa desenvolver a doença, alguns grupos de risco são mais propensos. Entender o “quem” é fundamental para a prevenção:

  • Idosos: A idade avançada é o principal fator de risco, principalmente após os 40 anos.
  • Histórico Familiar: Pessoas com parentes de primeiro grau (pai, mãe, irmãos) que têm glaucoma possuem um risco significativamente maior.
  • Hipertensão e Diabetes: Condições sistêmicas como hipertensão e diabetes podem impactar a circulação ocular e aumentar o risco.
  • Altas Miopias: Grau elevado de miopia também pode ser um fator de risco.
  • Raça: Pessoas de ascendência africana têm uma maior probabilidade de desenvolver a doença.

Como o glaucoma é diagnosticado e tratado?

O diagnóstico é simples e indolor, feito durante a consulta oftalmológica. O médico utiliza aparelhos como o tonômetro para medir a pressão intraocular e o campo visual para avaliar a perda da visão periférica. Além disso, exames como a tomografia de coerência óptica (OCT) fornecem imagens detalhadas do nervo óptico.

O tratamento, por sua vez, tem como objetivo principal controlar a pressão intraocular para evitar a progressão da perda de visão. As opções variam conforme a gravidade da doença:

  • Colírios para glaucoma: São a primeira linha de tratamento. Eles agem diminuindo a produção de líquido dentro do olho ou aumentando sua drenagem.
  • Tratamentos a laser: Procedimentos como a iridotomia a laser ou a trabeculoplastia podem ser indicados em casos específicos.
  • Cirurgia de glaucoma: Em situações em que colírios e laser não são suficientes, a cirurgia pode ser necessária para criar novas vias de drenagem do líquido e controlar a pressão.

Por que o acompanhamento oftalmológico é tão crucial?

A Oftalmocenter entende que o acompanhamento contínuo é o ponto chave para conviver com o glaucoma. Como a doença não tem cura, o tratamento visa controlá-la ao longo da vida. Por isso, consultas regulares e a adesão rigorosa ao tratamento são essenciais para preservar a visão. Visite a Oftalmocenter para um diagnóstico preciso e o melhor plano de tratamento para você.

 

Agosto azul saúde ocular do homem

Agosto Azul: Por que a saúde ocular do homem não pode ser deixada para depois?

A vida moderna é corrida, e para muitos homens, a saúde acaba ficando em segundo plano. Contudo, quando o assunto é saúde ocular do homem, a negligência pode ter consequências sérias e irreversíveis. O Agosto Azul é uma campanha de conscientização que nos lembra da importância de cuidar do bem-estar masculino, e isso, claro, inclui a visão. Ignorar o check-up oftalmológico anual não é sinal de força, mas sim de um risco desnecessário.

Quem deve se preocupar com a saúde ocular? Todos os homens, em qualquer idade, mas especialmente aqueles com histórico familiar de doenças oculares, diabetes ou hipertensão.

O quê acontece se eu ignorar o check-up? Doenças como o glaucoma e a retinopatia diabética podem se desenvolver silenciosamente, sem apresentar sintomas no início, e quando os sinais aparecem, o dano à visão já pode ser permanente.

Quando devo agendar uma consulta? O ideal é uma vez por ano, mas se você notar qualquer alteração na visão, dor, vermelhidão ou sensibilidade à luz, procure um oftalmologista imediatamente.

As principais ameaças à saúde ocular do homem

Existem diversas condições que afetam a visão masculina e que, com o diagnóstico precoce, podem ser tratadas ou controladas. A seguir, listamos as mais comuns:

Glaucoma: O ladrão silencioso da visão

O glaucoma é uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo. A doença é assustadora justamente por sua natureza traiçoeira: ela não apresenta sintomas visíveis nas fases iniciais. Apenas um exame oftalmológico completo pode identificar o aumento da pressão intraocular, que é o principal fator de risco. O tratamento, que pode incluir colírios ou cirurgia, visa controlar a pressão e evitar a perda progressiva do campo de visão.

Retinopatia Diabética: Um risco para quem tem diabetes

Homens com diabetes estão em maior risco de desenvolver a retinopatia diabética. A doença é uma complicação que danifica os vasos sanguíneos da retina, podendo levar à cegueira. A melhor forma de prevenção é o controle rigoroso da glicemia e a realização de exames de fundo de olho regulares.

Daltonismo: Mais comum do que se imagina

Embora não seja uma doença que leve à cegueira, o daltonismo (ou deficiência na visão de cores) é muito mais comum em homens do que em mulheres, afetando cerca de 1 a cada 12 homens. A condição é genética e não tem cura, mas o diagnóstico precoce pode ajudar a pessoa a se adaptar melhor no dia a dia.

Catarata e presbiopia: Questão de tempo?

A catarata, que é a opacificação do cristalino, e a presbiopia, a dificuldade de enxergar de perto (também conhecida como “vista cansada”), são problemas que se manifestam com o envelhecimento. A boa notícia é que ambas têm tratamentos eficazes. A cirurgia de catarata é um procedimento rápido e seguro, e a presbiopia pode ser corrigida com lentes de óculos ou de contato.

Cuidados diários que fazem a diferença

Além dos exames de rotina, a saúde ocular do homem pode ser protegida com hábitos simples no dia a dia.

  • Use óculos de sol: A exposição excessiva aos raios UV pode aumentar o risco de catarata e outras doenças. Certifique-se de que seus óculos de sol têm proteção 100% UVA e UVB.
  • Alimentação saudável: Alimentos ricos em ômega-3, zinco e vitaminas A, C e E ajudam a proteger a retina.
  • Pare de fumar: O tabagismo aumenta o risco de desenvolver doenças como catarata e degeneração macular.

Em resumo, a saúde visual é uma parte essencial do bem-estar geral, e o Agosto Azul é o lembrete perfeito para que os homens deem a atenção necessária a essa parte tão importante do corpo. Não espere os sintomas aparecerem para procurar um especialista. A prevenção é o seu melhor aliado.

Marque uma consulta com a nossa equipe hoje mesmo e cuide da sua visão.

Liberte-se da Miopia

Os pacientes míopes apresentam uma dificuldade em enxergar objetos distantes, mas podem ver nitidamente objetos mais próximos. As opções de tratamento incluem óculos, lentes de contato e cirurgias.

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Visão Dupla

Visão Dupla

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